O BrrGayClube em parceria com o Ponta Grande Resort está a oferecer Certificados de Férias para os sócios e tambem para os que venham a inscrever-se. Não percas esta oportunidade e pede já o teu certificado.
Aqui, em Ponta Grande Resort, você deixa para trás os hotéis e os ruidosos blocos de apartamentos, para entrar num paraíso privativo com originalidade de ambientes e a típica pacatez de uma aldeia. Com sessenta moradias, de elevada qualidade e elegante traça arquitectónica, desenhada para acomodar até 6 pessoas.
Todas as vivendas possuem a sua própria entrada, elegante e discreta. Ampla sala de estar e jantar com lareira em mármore, cozinha equipada e mobilada, duas casas de banho, terraço, TV por satélite e telefone. Na intimidade dos quartos, amplos e confortáveis, a sensação continua a ser a mesma - estamos num mundo distinto e diferente. ......exclusividade e discrição !
Será possível ver um filme de temática homossexual sem cair na lamechice xaroposa e no dramalhão lacrimoso? Claro que é! Basta ver a comédia italiana “Uma Família Moderna” (2010) do turco Ferzan Ozpetek. Este filme não é um mero fait divers, é uma comédia inteligente e corrosiva, que toca em várias feridas da sociedade italiana, aliás de qualquer sociedade. A ideia generalizada que os filhos têm obrigação de seguir cegamente as pisadas dos pais, por exemplo. Ou o facto de para sermos felizes termos de obedecer aos rigores da comunidade. Este quebrar ou rasgar dos cânones, é a essência do filme.
Cantone é uma ilustre, rica e excêntrica família italiana, ligada ao fabrico das massas. Tommaso (Riccardo Scamarcio), o filho mais novo, regressa de Roma para um jantar comemorativo em que o pai, Vincenzo (Ennio Fantastichini), confirmará a entrega da gestão do negócio a si e ao seu irmão, Antonio (Alessandro Preziosi), num novo acordo com os seus sócios. Decidido a aproveitar a ocasião para revelar uma verdade incómoda, Tommaso pretende revelar a sua homossexualidade. Mas António sem se conseguir conter faz a mesmíssima revelação, deixando todos incrédulos e mandando o pai para o hospital com um ataque cardíaco. Receando pelo estado de saúde do pai e com o irmão caído em desgraça, é contrariado que Tommaso pega nos destinos da fábrica, dando assim início a uma estranha e muito próxima relação com a filha de um dos sócios, Alba (Nicole Grimaudo). Até que a visita surpresa do seu namorado, Marco (Carmine Recano), e dos seus amigos força os segredos da família a virem à superfície, incluindo uma outra impensável revelação.
O realizador e argumentista, tarefa partilhada com o italiano Ivan Cotroneo, traz ao filme toda uma panóplia de personagens tipo: a mãe Stefania (Lunetta Savino) que vive sufocada pelas convenções burguesas; o pai Vincenzo que espera de forma irrealista que os filhos sigam os seus passos; a excêntrica e pitosga tia Luciana (Elena Sofia Ricci); Elena (Bianca Nappi), a filha mais velha, uma desvalorizadíssima dona de casa; a avó (Ilaria Occhini) perdida na memória de um amor antigo; os filhos Antonio e Tommaso escondidos no armário obrigados a gerir o negócio familiar; e ainda Alba, a miúda rica e mimada que tudo pode e que tudo quer. Se não fosse a excelente interpretação dos actores e a magistral direcção destes teríamos um filme vazio.
Ozpetek dá a esta calorosa, comovente e generosa comédia a descontracção necessária e fundamental para tratar os assuntos sérios com uma leveza magistral. Não é um filme perfeito. Mas a vida também não é perfeita. Os defeitos são o que nos caracteriza, como a beleza ou a ausência dela, ou os olhos azuis ou castanhos. E os filmes perfeitos não nos tocam como nos tocam os filmes com características fortes e poderosas. Esta comédia é assim, é como o amor impossível que de perfeito não tem nada, que está sempre connosco, que nos faz sofrer. Os amores impossíveis são esta coisa bela, mas insuportável, duram para sempre.
Uma última nota para a maravilhosa banda sonora escolhida para acompanhar este filme, dando-lhe vida e tensão, fazendo com que se saia da sala de cinema a cantarolar em italiano ou turco, ou uma mistura de inglês com italiano. Resumindo: filme e banda sonora a não perder.
Katy Perry, a cantora que em 2008 saiu do anonimato com a canção “I kissed a girl”, não pára de surpreender.
Com mais de 5 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Perry transformou-se rapidamente num ícone da música pop rock.
O seu mais recente single “Fireworks” promete causar polémica nos círculos mais conservadores por mostrar um, ainda que breve, beijo entre um casal homossexual.
“Fireworks” marca uma mudança no estilo da artista que mostra o seu lado mais maduro e sério. O vídeo, bem diferente do tom divertido de trabalhos anteriores, transmite uma mensagem positiva de esperança e auto-confiança.
Este parece ser o ano de Katy Perry, que além de ter batido recordes de vendas irá casar-se com o comediante britânico Russel Brand. Entre os convidados estará a melhor amiga da cantora, Rihanna, que será uma das damas-de-honor. A cantora dos Barbados disse recentemente que deseja colaborar musicalmente com a sua melhor amiga, isto é, BFF (best friend forever).
Fireworks é o terceiro single a ser retirado do álbum “Teenage Dream” e é uma das faixas escolhidas para o jogo “Just Dance 2”.
O Bloco de Esquerda e o Partido Socialista querem introduzir o “género” no artigo 13º da Constituição. Actualmente, o ponto 2, do Princípio da Igualdade, refere que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”. O Bloco de Esquerda pretende acrescentar na Constituição o “género”, a “etnia” (em substituição de “raça”) e o “estado de saúde”, enquanto razões de não discriminação ou privilégio. Já o PS também propõe deixar cair “raça”, substituindo-a por “etnia”, e acrescenta “género”. Em declarações ao dezanove, aquando do debate sobre simplificação de mudança de sexo e de nome nos registos das pessoas transexuais, Miguel Vale de Almeida já tinha manifestado este cenário como desejável. A fase de apresentação de projectos de revisão constitucional terminou ontem, 18 de Outubro, com todos os partidos com assento na Assembleia da República a apresentarem as suas propostas, após o processo de processo de revisão constitucional ter sido desencadeado pelo PSD este Verão. Para alterar a Constituição é necessário o apoio de dois terços dos deputados da Assembleia da República.
O Grupo Gay da Bahia revelou que o assassínio de homossexuais aumentou 62% entre os anos de 2007 e 2009 no Brasil. O país torna-se num dos mais perigosos do mundo para homossexuais. A associação de defesa dos direitos LGBT disse ao jornal O Globo que estas estatísticas deveriam ser um dos assuntos principais na segunda volta das eleições presidenciais, que vão decorrer a31 de Outubro, juntamente com o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Marcelo Cerqueira, presidente do grupo, disse ao jornal que “infelizmente a homofobia é um dos aspectos da sociedade brasileira que força os homossexuais a viverem escondidos. Gays, lésbicas e transgéneros são assassinados de modo cruel, muitas vezes aparecendo com o rosto desfigurado e ainda são considerados culpados em vez de vítimas.”
Em 2009 foram registados 198 assassínios, 187 em 2008 e 121 em 2007. Em comparação, no México registaram-se 35 mortes no ano passado.
Luiz Mott, antropologista e ex-presidente do Grupo Gay da Bahia, acrescentou “o facto de não haver nenhuma lei específica para punir os crimes homofóbicos contribui para a violência” contra esta comunidade. Os grupos religiosos são os principais opositores à criação desta lei. Entre 1980 e 2009 registaram-se 3196 assassínios de pessoas homossexuais no Brasil. Uma média de 110 mortes por ano.
A organização do evento Mr. Gay Europe, que se propõe escolher o homossexual mais bonito da Europa, informou em comunicado que o evento previsto para o próximo Sábado, dia 23, foi cancelado. A eleição iria decorrer em Genebra, na Suíça.
Eric Butter, presidente do comité que organiza o evento e também o Mr. Gay World, informa que a gota que fez transbordar o copo foi a falta de apoio do Hotel Kempinski em Genebra, comunicada na sexta-feira passada. O hotel exigia o pagamento antecipado dos quartos reservados e a organização, por outro, aponta a falta de verbas para corresponder ao solicitado pelo estabelecimento.
A organização preferiu cancelar o evento, referindo a impossibilidade de avançar com uma acção legal contra a unidade hoteleira, através da justiça suíça, devido ao pouco tempo de manobra e, porque qualquer acção implicaria o dispêndio de uma importância que ultrapassaria o orçamento existente .
Após a vitória de Sergio Lara, pela Espanha em 2009, na edição de 2010 eram dezassete os candidatos provenientes do velho continente a concurso: Alemanha, Bielorrússia, Bulgária, Dinamarca, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Holanda, Islândia, Itália, República Checa, Roménia, Rússia, Suécia, Suíça e Ucrânia. De Portugal não existia representante.
A organização fez saber que o valor entretanto pago pelos bilhetes (que oscilavam entre os 35 e os 55 euros) será reembolsado e que todos os candidatos a Mr. Gay Europe estão automaticamente seleccionados para o Mr. Gay World que se realizará nas Filipinas em Março de 2011. Em Manila, além do mais belo do planeta, será assim também apurado o Mr. Gay Europe.
Dezenas de pais e mães, filhos e filhas, amigos e até um casal de avós esteve presente nesta tarde de Sábado a comemorar o primeiro aniversário da AMPLOS, no Centro de Estudos Sociais, no Picoas Plaza em Lisboa. A AMPLOS – Associação de Mães e Pais Pela Liberdade de Orientação Sexual foi criada há um ano por Margarida e Paulo, que fazem da luta contra a discriminação dos filhos LGBT, e do apoio que dão aos pais destes filhos, a sua bandeira.
Tal como nos restantes encontros que a AMPLOS organiza, na primeira parte do encontro realizou-se uma reunião apenas destinada a mães e pais. Nesta surgiram cinco mães estreantes. Depois de cantados os Parabéns, seguiu-se uma reunião aberta onde participaram vários jovens. A prenda de aniversário oferecida por Catarina, filha dos fundadores da AMPLOS, foi um documentário áudio realizado durante o festival de cinema Queer Lisboa. Ao longo do festival, Catarina recolheu testemunhos de filhos LGBT sobre a sua relação com os pais. Ao longo de 16 minutos foi possível ouvir jovens gays e lésbicas dizerem que “Não é uma relação perfeita. O meu pai não tem interesse nisso. A relação com a minha mãe é óptima”; “Não compreendo o que leva os meus pais a ter tão pouca capacidade de aceitação”; “Os filhos [gays e lésbicas] não são nenhum fenómeno do Entroncamento” ou “Amem os vossos filhos como eles são e ponto.” Em declarações ao dezanove, Catarina diz que “se os meus pais têm força para continuar a dirigir esta associação não é só por ser um tema que lhes diz respeito, mas porque todos os dias recebem o feedback positivo do seu trabalho. Tenho orgulho nos meus pais, mas também nos que vêm às reuniões e contactam a AMPLOS.”
A génese da AMPLOS
O trailer do documentário educativo “2 Volte Genitori” inspirou Margarida Faria a avançar com um projecto do género em Portugal. A presidente da AMPLOS explicou ao dezanove o título do projecto europeu como “quando descobrimos que temos um filho gay é como sermos pais duas vezes”. Este projecto foi realizado em 2009 pela congénere da associação portuguesa em Itália, a AGEDO. No documentário são retratadas as vivências de pais e mães italianos e a sua relação com os filhos LGBT e como lidaram com o seu coming out. Ao longo do documentário, do qual foi possível ver excertos no dia de aniversário da AMPLOS, os testemunhos oscilam entre “quando li a carta do meu filho parecia que estava a levar com um punhal”, passando pelo “heteros ou gays serão sempre nossos filhos” ou rematando com um entusiasmante “foi uma felicidade termos vindo [com a nossa filha e a sua namorada ao Pride de Roma].”
A AMPLOS foi-se ampliando
Margarida Faria faz o balanço deste último ano ao dezanove: “Começámos por ser dois, hoje somos 50”. A presidente da AMPLOS revela que “se há 35 anos me tivessem dito que estaria hoje a lutar pela justiça e pelos direitos mais básicos eu não acreditaria, e teria desanimado e ter-me-ia zangado; não me zanguei então, zanguei-me agora. Foi preciso sentir em minha casa o que os homossexuais sentem há séculos para compreendê-lo.” Constituída com o propósito de lutar contra a discriminação sexual, após reuniões com jovens da rede ex aequo e com a ILGA Portugal, rapidamente lhe juntou a identidade de género e a luta pelo direito à parentalidade, porque “os nossos filhos têm direito a ser mães e pais e queremos que todos tenham uma situação socialmente reconhecida e legal”, diz, convicta, esta mãe.
Depois de nove encontros nacionais e participações em conferências em França e no Chile, centenas de e-mails e e mais de 50 pais nas reuniões provenientes de cidades como, por exemplo, Castelo Branco, Felgueiras, Lisboa, Porto, Póvoa de Varzim ou Vila Real, não faltam forças aos pais da AMPLOS para continuar. No entanto, Margarida Faria, não deixa de ressalvar que “ainda há mais filhos e pais que não estão aqui por ainda não serem capazes. O seu sofrimento é ainda demasiado grande”. Margarida acrescenta que as mães e pais da AMPLOS costumam telefonar entre si, se apoiam e encontram sempre que necessário, porque muitos pais ligam em lágrimas para a AMPLOS. Margarida alerta ainda para a forma como a homossexualidade é percepcionada no interior do país: “Há pouco tempo uma mãe ligou a chorar dizendo que o filho dela tinha mau sangue.”
Apoio sem preconceito e sem fronteiras
Além do apoio dado pela rede ex aequo, ILGA Portugal, Centro de Estudos Sociais, APF – Associação para o Planeamento da Família, associação cultural Cadeira de Van Gogh, a empresa Rumores de Nuvens que ajudou a conceber o site que já obteve mais de 25 000 visualizações, Margarida Faria cita que foi através de uma mãe que se conseguiu o apoio da marca sueca de cosméticos Oriflame, para publicação de panfletos informativos e da faixa, que “orgulhosamente levamos na marcha pride do Porto e de Lisboa, e cujo nome ficou inscrito sem qualquer preconceito”. Foi a primeira vez que os pais estiveram oficialmente representados nestes eventos. Margarida menciona ainda que a existência de uma associação autónoma se justifica “porque há pais e filhos que querem falar com uma mãe”.
A AMPLOS realiza encontros regulares em Lisboa e no Porto, estando previsto para o próximo ano que possam começar a realizar-se encontros em Coimbra.
Durante a crónica cor-de-rosa do programa de ontem do Você na TV, co-apresentado por Manuel Luís Goucha, falava-se na alegada oferta de um relógio de diamantes de Cristiano Ronaldo à namorada Irina Shayk e se isso implicaria dormir com alguém a troco de um bem material. A troca bem humorada de comentários entre os cronistas Lili Caneças e Flávio Furtado levou o apresentador a abordar o assunto com a pivot do Jornal da Uma da TVI, Ana Guedes, que se preparava para anunciar os destaques do bloco noticioso. A jornalista reagiu com humor mencionando em directo o namorado de Goucha. O apresentador do programa das manhãs da TVI ficou por instantes sem palavras.
Recorde-se que no final do ano passado Manuel Luís Goucha foi alvo de uma rábula no programa “5 para a Meia-Noite”, da RTP 2. Na emissão de 28 de Dezembro, conduzida por Filomena Cautela, um dos convidados em estúdio, João Manzarra, foi desafiado a escolher “a apresentadora do ano” entre um conjunto de nomes: Filomena Cautela, Cláudia Vieira, Carolina Patrocínio e o apresentador da TVI. Goucha não gostou e disse que iria processar a estação e o programa. Ao 24 Horas, o apresentador de televisão declarou que “não sou apresentadora, sou homem, mais homem que muitos homens que maltratam as mulheres. Uma coisa são as rábulas com actores, outra coisa são estas graçolas labregas e gratuitas”.
Um mês antes Manuel Luís Goucha tinha aparecido pela primeira vez a público com o companheiro com quem mantém uma relação fazendo capa da revista Lux, “com o Rui [Oliveira] tenho uma relação de grande amizade e cumplicidade” referiu.
A edição de Agosto da Attitude, a revista gay mais vendida no Reino Unido, aborda o tema sensível – e muitas vezes tabu – das doenças mentais nos homens gays. Nesta edição chama-se a atenção para as taxas alarmantes de depressão, suicídio, ansiedade e dependência nos homossexuais, apontam-se as razões concretas para este sofrimento e o que se pode fazer para o combater. “Não estamos só a chover no molhado. Recorremos aos melhores psicólogos gays do mundo para nos darem informação correcta e concreta sobre as causas para o aumento de níveis de ansiedade, depressão e comportamento autodestrutivo em muitos de nós – incluindo eu próprio - e o que podemos fazer acerca disso. Espero que este seja o primeiro passo para uma discussão aberta” , afirmou Matthew Todd, editor da revista inglesa. O conteúdo da revista Attitude está agora disponível para fazer download através do iPhone ou iPads. “Sei que algumas pessoas ainda se sentem embaraçadas ao comprar revistas gay nos quiosques”, acrescentou o editor. As conclusões apresentadas na revista são sustentadas em pesquisas que demonstram que os homossexuais apresentam uma quantidade desproporcional de problemas de saúde mental quando comparados com os seus pares heterossexuais.
Os 12 candidatos seleccionados para ser o próximo Top Model Manhunt 2010 já são conhecidos. O concurso decorre em simultâneo em Espanha, México e em Portugal. Os utilizadores da rede social Manhunt são convidados a escolher o candidato preferido, votando no máximo até duas vezes por dia no site oficial do concursoaté ao próximo dia 14 de Novembro.
Um dos mais novos candidatos, tem 18 anos, é doitwell_boy que convida os utilizadores do Manhunt a descobrir o que ele procura. Reside no distrito de Lisboa.
O candidato factor_boy, mora no distrito de Lisboa, tem 25 anos e adoptou como mensagem: “Queres saber se procuro?? preocupa-te antes em saber se me agradas…”
icanfly00 é o candidato de Coimbra e diz-nos que “Amizades são bem vind@s” e que “caso penses que estou à procura de sexo, poderás carregar no ‘backspace’”.
Para muscLOKOpt, “no face/body pic = no answser”, o que traduzido significa que os utilizadores do Manhunt que o contactem sem fotografia de cara e de corpo não receberão resposta. Vive em Lisboa.
Também de Lisboa, o candidato rawmaterial de 36 anos descreve-se como honesto e amigável.
razengan afirma não buscar “necessariamente um corpo musculado, magro ou gordo, é indiferente, não me julguem pelo tamanho dos meus braços ou peito”. Tem 28 anos e habita em Lisboa.
RICKGOSTOSO01 é o candidato loiro deste concurso, vem de Lisboa e tem 23 anos.
Rubetiago, de 22 anos, vive em Lisboa e procura “encontrar amigos verdadeiros para ter uma conversa e beber um café para conhecer…”
Scorpion_body tem 26 anos, vive na cidade Invicta, e convida os membros do Manhunt a votar nele a troco do seu sorriso.
starfuck tem 34 anos, é de Lisboa e afirma “will let u know afterwords…”
tifipobaé o outro candidato do Porto, tem 21 anos e pretende “conhecer ou teclar com pessoal porreiro, de mente completa, que saiba o que queira”.
vitorkamikase, é o 12º candidato e não estão disponíveis informações sobre o seu perfil.